30.8.12

Sinal de Alerta


 

 

 

John Kennedy afirmou certa vez: 

" não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer pelo seu país". 

Disse também; "em 10 anos colocaremos um homem na lua", e assim, determinadamente o fez, Neil Armstrong lá pisou e registrou o feito mais extraordinário da conquista espacial ! Recentemente foi colocado em Marte um mecanismo tecnológico em forma de robô para pesquisar as condições e probabilidades de ali se desenvolver organismos vivos.

Porém, o que certamente todos nós esperamos é que o Presidente  Obama, Angela Merkel, Presidente Dilma, e todos os senhores do Poder e da Tecnologia,  tragam de volta é a humanidade para o nosso convívio  em nosso Planeta Terra e definitivamente acabem com a miséria e a fome de tantos semelhantes.  Temos recursos,  tecnologia... enfim;  só falta determinação e coragem, a exemplo do que realizam quando desejam conquistar o espaço distante.

Pedimos encarecidamente que façam a viagem, a pequena e tão longíngua viagem, entre a mente e coração e invistam os recursos para salvar vidas que se evaporam por falta de alimento, de água, de saneamento básico, de hospitais e medicamentos pelo mundo afora, com  o mesmo empenho que o fazem quando determinam conquistar o espaço desabitado e distante; ainda há tempo, ainda restam as nossas esperanças...

J. Carvalho

22.8.12

Marketing e Redes Sociais - P. Kotler

Por Bruno Mello

Os consumidores estão comprando mais por menos; As empresas devem inovar, oferecendo garantias aos clientes; A sustentabilidade pode dar lucro para as companhias; Muitas empresas ficarão em apuros nas redes sociais; O concorrente roubará facilmente o seu cliente caso acredite que esteja satisfazendo-o plenamente. Essas são as principais respostas de Philip Kotler para cinco questões fundamentais nos dias hoje.

Em sua única entrevista antes de falar sobre o Marketing 3.0 na HSM ExpoManagement 2010, no dia 9 de novembro, em São Paulo, Kotler falou com exclusividade para o Mundo do Marketing sobre como conquistar e manter clientes, inovar, aproveitar a onda das redes sociais, da sustentabilidade e sobre os desafios do profissional de Marketing. O consultor, professor e autor dos livros de Marketing mais vendidos e influentes de todos os tempos, é categórico ao afirmar que as empresas ainda precisam se desenvolver para poder sobreviver neste novo mercado.

Mundo do Marketing: O comportamento do consumidor mudou muito nos últimos anos e mudará ainda mais. Quais tendências indicarão as transformações?

Philip Kotler:
A recessão global e a crescente incerteza diminuirão a confiança de todos para gastar. Os consumidores estão adiando suas compras de bens duráveis mais caros como carros, móveis e eletrodomésticos de linha branca. Para as necessidades diárias, as pessoas estão optando por marcas mais baratas e marcas próprias. Se a recessão continuar, os consumidores ficarão acostumados a economizar em vez de gastar. Muitos podem vir a adotar um estilo de vida simples, baseado no “menos é mais” em vez de “mais é melhor”. Por outro lado, se a recessão terminar logo, as pessoas provavelmente voltarão aos seus hábitos antigos de comprar e gastar. Muito disso depende da criação de empregos. Se houver emprego suficiente, as pessoas vão ganhar dinheiro e gastar. Se os empregos estiverem escassos, eles terão menos para gastar e gastarão menos. A questão é se as empresas serão arrojadas ou gananciosas. Se elas forem arrojadas devem deixar o poder de compra na mão dos consumidores para sustentar o crescimento econômico. Caso as empresas sejam gananciosas, elas ganharão no curto prazo, mas passarão por um longo período de dificuldade em seguida.

Mundo do Marketing: Os profissionais de Marketing estão prontos para estas mudanças? Como eles devem reagir?

Philip Kotler: Os profissionais de Marketing podem dar alguns passos para estimular o aumento do consumo junto aos consumidores sem confiança. Um deles seria criar produtos de custo mais baixo que ofereça benefícios similares às versões mais caras. A indústria pode lançar embalagens menores de seus produtos, que sejam mais acessíveis, e as empresas podem criar alternativas inovadoras. A Índia, por exemplo, produz um computador de 100 dólares e oferece cirurgias de catarata muito baratas.
Outra alternativa é oferecer garantias de retorno da compra de um produto muito caro. A Saturn, uma montadora americana, aceitava o carro de volta no prazo de 30 dias caso o consumidor não estivesse satisfeito com o produto. A Hyundai também prometeu a devolução do carro caso o cliente perdesse o emprego. Mesmo o segmento que queira ser líder com uma linha de produtos mais simples, precisará da ajuda do profissional de Marketing para criar casas, eletrodomésticos e móveis mais simples.

Mundo do Marketing: De que forma as redes sociais mudaram o Marketing e o que as empresas podem desenvolver para se aproximar do consumidor neste ambiente?

Philip Kotler:
Um número crescente de consumidores de todas as idades está entrando no Facebook, no Twitter e no Linkedin criando grandes redes sociais. As pessoas estão procurando informações sobre experiências de produtos e serviços de outros consumidores. Um brasileiro que esteja pensando em comprar um carro recém-lançado provavelmente dará mais valor à opinião de seus amigos do que aos anúncios. Muitas conversas nas redes sociais incluem opiniões favoráveis e desfavoráveis a respeito das marcas. Toda companhia agora está em um aquário com muitas pessoas discutindo os méritos de seus produtos e de suas marcas. Com isso, as empresas que não têm qualidade não sobreviverão. Já as fortes ficarão ainda melhores e as fracas se afogarão num mar de discussões negativas.

Mundo do Marketing: As empresas brasileiras começaram a se preocupar mais com a questão da sustentabilidade nos últimos anos. A sustentabilidade será realmente um diferencial num futuro próximo?

Philip Kotler: Muitas empresas acreditam que a sustentabilidade é um custo imposto que irá prejudicar seus lucros. Parece ser o caso quando a companhia deve pagar por um sistema que reduz a poluição do ar que a sua fábrica produz. Mas existem muitos outros esforços a favor da sustentabilidade que na verdade podem melhorar a lucratividade. Considere um hotel que tenha uma conta de água cara porque os hóspedes tomam banho sem limites e eles querem que os lençóis das camas sejam trocados diariamente. Esse hotel pode trocar o chuveiro e perguntar aos clientes se eles se importariam se os lençóis não fossem trocados diariamente, o que no total reduziria a conta de água. O fato é que precisamos distinguir entre ações de sustentabilidade que representam economia de dinheiro e aquelas que demandam gastos. Adicione a isso a boa opinião do cliente em relação às companhias que estão se tornando ecologicamente corretas e teremos uma equação de valor para as empresas.

Mundo do Marketing: As empresas estão sempre olhando para o futuro e desenvolvendo novas plataformas de Marketing para conquistar novos clientes, mas o que elas deveriam fazer que é primordial e não fazem, chegando a perder clientes por isso?

Philip Kotler: As empresas são surpreendidas quando elas perdem os clientes que disseram que estavam satisfeitos. Por que isso acontece? Obviamente algum concorrente está satisfazendo-o mais, seja pela venda a um preço inferior, ou oferecendo serviços ou recursos de qualidade superior. Nunca tenha seus clientes como certos. Os concorrentes são como abelhas zumbindo em torno de uma empresa à procura de onde morder. Descubra os seus pontos fracos e como está desapontando seus clientes antes que seus concorrentes façam isso.

Fonte: Mundo do Marketing (www.mundodomarketing.com.br)

20.8.12

Tribunal da Consciência e a Corrupção (L.Boff)


(Pedra do Baú no Sul de Minas - Circuito Serras Verdes)


Neste momento em que vivemos no ST, o  julgamento de MENSALÂO,  e a CPMI do Cachoeira, é muito bom ler um texto dessa grandeza que nos dá uma esperança que algo de novo possa acontecer e novo horizonte se abrir nas relações da política e do estado brasileiro. Leiam comentem, compartilhem. 
- João Batista -


O tribunal da consciência e a corrupção


20/08/2012 - Do Blog de Leonardo Boff



O corrupto ama a escuridão e abomina a luz. Ele sabe o quanto é condenável o que pratica. É nesse ponto que se anuncia a consciência. Fizeram-se inumeráveis interpretações do fato da consciência. Tentaram derivá-la da sociedade, dos super-egos das tradições e da religiões, do ressentimento face aos fortes e outros. Os manuais de ética referem infindáveis discussões sobre a origem, a natureza e o estatuto da consciência. Entretanto, por mais que tentemos derivá-la de outras realidades, ela se mantém como instância irredutível e última.

Ela possui a natureza de uma voz interior que não consegue ser calada. Exemplifiquemos: em 310 o imperador romano Maximiano mandou dizimar uma unidade soldados cristãos porque, depois de uma batalha, se negaram a degolar inocentes. Antes de serem executados, deixaram uma carta ao imperador:”Somos teus soldados e temos as armas em nossas mãos. Entretanto, preferimos morrer a matar inocentes a ter que conviver com a voz da consciência nos acusando”(Passio Agaunensium). A 3 de fevereiro de 1944 escreve outro soldado alemão e cristão a seus pais: ”fui condenado à morte porque me neguei a fuzilar prisioneiros russos indefesos. Prefiro morrer a levar pela vida afora a consciência carregada com o sangue de inocentes. Foi a senhora, minha mãe, que me ensinou a seguir sempre primeiro a voz da consciência e somente depois as ordens dos homens(Letzte Briefe zum Tode Veruteilter).

Que poder possui essa voz interior a ponto de vencer o medo natural de morrer e aceitar ser morto? Ela admoesta, julga, premia e castiga. Com razão Sócrates e Sêneca testemunhavam que a consciência”é Deus dentro de ti, junto de ti e contigo”. Kant, o grande mestre do pensamento ético, dizia que “a consciência é um tribunal interno diante do qual pensamentos e atos são julgados inapelavelmente”. Foi esse filósofo que introduziu claramente a distinção entre preço e dignidade. Aquilo que tem preço pode ser substituído por algo equivalente. Entretanto há uma instância em nós que está acima de todo preço e que, por isso, não admite nada que a substitua: essa é a dignidade humana”, fundada na consciência de que “o ser humano é um fim em si mesmo e que não pode jamais servir de meio para qualquer outra coisa”.

O mau e o corrupto se escondem sem que ninguém os procure e fogem sem que ninguém os persiga. Donde lhe vem esse medo e pavor? Quem é esse que vê os dinheiros escondidos e para os quais não existem cofres secretos nem senhas para abri-los? Para ela não há segredos em quatro paredes palacianas ou em obscuro quarto de hotel. O corrupto sabe e sente que a consciência é maior que ele mesmo. Não possui poder sobre ela. Não a criou. Nem pode destrui-la. Ele pode desobedecer ao seus imperativos. Negá-la. Violentá-la. Mas o que ele não pode é silenciá-la.


Por que aventamos esse clamor íntimo? Porque estamos interessados em conhecer os tormentos que a má consciência inflinge ao coração e à mente daquele corrupto que desviou dinheiro público, que se apropriou das poupanças dos trabalhadores e dos idosos e que, desmascarado, teve que inventar mentiras e mais mentiras para esconder o seu malfeito. Mas não há nada escondido que um dia não seja revelado.

Mesmo que saia absolvido em um tribunal, porque contratou advogados hábeis em fazer narrativas tão lógicas que encobriram seu crime e convenceram os magistrados, ele não consegue escapar do tribunal interior que o condena. Uma voz o persegue para onde for, acusando-o de indigno diante de si mesmo, incapaz de olhar com olhos límpidos para sua esposa e filhos e conversar com coração aberto com seus amigos. Uma sombra o acompanha e lhe rouba a irradiação que nasce da bondade originária de uma consciência serena e feliz. A vida o amaldiçoa porque traíu a verdade, violou sua própria dignidade e se fez desprezível diante de sua própria consciência.

13.8.12

Aonde Ir

 
Saber o caminho
não significa o saber  preciso para aonde ir,
saber aonde ir é mais complexo
mesmo em uma linda estrada livre
e em dia de sol pleno...

Requer sabedoria,  bom senso...
as vezes  penso
que saber aonde ir
pode ser  descobrir-se 
mesmo em meio à escuridão.

J. Carvalho

12.8.12

Após A Caminhada





Após a caminhada,
descansarei na varanda,
beberei água fresca da bica,
comerei dos frutos que alcançarei.

Após a caminhada,
banharei meu corpo,
relaxarei minh'alma,
colocarei uma roupa leve,
e com paixão abraçarei meu filho
e a minha amada.

Após a caminhada,
lerei um bom livro de Darcy,
Drumond, Neruda...
Até adormecer na madrugada.

E logo ao amanhecer,
pegarei o meu sonho mais cheio de esperança
e com o peito cheio de amor,
seguirei ao encontro do mundo
celebrando a vida,
amparado na minha Oração!

J. Carvalho

11.8.12

Seu Poema



Os versos são fragmentos extraídos do profundo d´alma
Belos ou frágeis, são quadros e flashs de uma trajetória
Impressos de formas sutis na tela ou no papel
Declarações emocionadas de uma existência

Este é o seu poema, ou uma simples interpretação não combinada
É certo que você o acatará em seu coração, ou simplesmente o ocultará
Talvez  simples  demais,  para expressar tanto, mas é verdadeiro 
Espero que o aceite e não se importe pela ousadia de dizer que este é o seu poema

O construí com os pensamentos imersos em nossos sublimes momentos
Com os olhos e o coração abertos, livres no horizonte de imagens e no silêncio
Concluo que juntos muito vivemos e seguiremos por  novos caminhos
Desafiando o impossível e nos alimentando  dos sonhos e da verdade desse amor.

Este é o Seu Poema!


J. Carvalho

10.8.12

Horizonte Aberto




Um horizonte aberto que me guia
e nada me dispersa os sentimentos
permito-me  um vôo no pensamento; 

Uma luz a me iluminar
Uma oração a me ensinar
Um destino a perseguir

Um amor a alcançar
Uma história a construir
Um mistério a desvendar.



J. Carvalho




8.8.12

Entrevista do Prof. Emerson Oliveira - FDC


 Executivos têm visão imediatista


 Por Marcos de Moura e Souza | De Belo Horizonte Para Almeida, "falta uma cultura empresarial voltada para ganhos constantes". Durante 35 anos, o economista mineiro Emerson de Almeida esteve à frente da Fundação Dom Cabral, uma das escolas de negócios de mais prestígio no Brasil no mundo e que ajudou a fundar. Os cursos começaram em 1976 na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, em Belo Horizonte, de forma improvisada: sem salas próprias, recursos ou uma equipe exclusiva de professores. Três décadas depois, a Dom Cabral passou a figurar no ranking das melhores escolas de educação executiva do jornal britânico "Financial Times" e é a mais bem colocada do ramo em toda a América Latina. 

Almeida deixou a presidência-executiva da instituição em abril - passando a ocupar a presidência da diretoria estatutária, que equivale ao conselho de administração - com um currículo de quem ajudou a fazer a cabeça de uma parte da elite de executivos e empresários no país. Segundo ele, cerca de 200 mil pessoas passaram pela escola, entre elas o presidente do grupo Fiat no Brasil, Cledorvino Belini; Guilherme Leal e Pedro Passos, dois dos três donos da Natura; Luiz Fernando Furlan, da Sadia, entre muitos outros de renome. 

Almeida recebeu o Valor em seu escritório, em Belo Horizonte, para falar de sua visão calejada em relação ao empresariado brasileiro. Na entrevista, critica o comportamento de muitos executivos que, para ele, gastam tempo demais reclamando do custo Brasil em vez de agirem para que suas companhias lidem melhor com a concorrência internacional. Além disso, diz que as escolas têm influência limitada sobre as organizações. A seguir os principais trechos:

Valor: Como as escolas de negócios ajudaram a preparar executivos para lidar com a concorrência dos países asiáticos? Almeida: Não ajudaram muito, pois isso é difícil de prever e de se antecipar. Além disso, o poder de influência dessas instituições é muito menor do que se imagina. Uma escola de negócios pega o executivo já formado e trabalha com ele durante um ou dois anos, em alguns casos apenas durante semanas. É um tempo muito curto para influenciar as empresas de forma mais significativa.

Valor: Está nas mãos só do governo ajudar as empresas a enfrentar a concorrência chinesa? Almeida: Está mais nas mãos dos próprios empresários. Eles precisam investir para aumentar a produtividade e a capacidade de competir. Isso daria à empresa brasileira melhores condições para enfrentar essas economias que estão entrando com força no mercado nacional. Eu diria que apenas 50% tem a ver com ambiente institucional do país, incluindo infraestrutura. Hoje, porém, 90% da energia dos empresários está voltada para as queixas contra o custo Brasil. Seria melhor usar parte desse tempo e esforço dentro da empresa. Eu falo com convicção, tenho 35 anos de experiência. 

Valor: Então por que os executivos cobram tanto o governo? Almeida: A nossa cultura, que vem de Portugal, é de muita dependência em relação ao Estado. Por um lado, o empresário quer que o Estado interfira o mínimo possível. Por outro, quer que ele faça tudo para que sua empresa e seu setor sejam mais competitivos. Além disso, os executivos possuem uma visão excessivamente imediatista, e não de longo prazo. Falta uma cultura empresarial voltada para ganhos constantes, mas progressivos. É preciso paciência e persistência. O empresário quer plantar couve, que pode colher em três meses, e não carvalho, que leva anos para se desenvolver. Não estou dizendo que é preciso esperar 10 ou 20 anos, mas é preciso ter em mente que não é possível "chegar lá" já no segundo mês. 

Valor: Houve mudanças significativas no ensino nas escolas de negócios depois da crise de 2008? Almeida: Ainda há uma grande discussão em nível mundial sobre o papel das escolas e sobre a responsabilidade delas em relação à crise. Muitos acham que elas são culpadas por terem formado alunos com uma visão de curto prazo e foco apenas em ganhar dinheiro. Houve mudanças no sentido de incluir nos currículos uma ideia mais ampla do papel da empresa na sociedade, além de discussões do ponto de vista ético, do comportamento dos executivos e das empresas. 

Valor: Mas o senhor concorda que as escolas tiveram uma parcela de culpa em relação à crise? Almeida: Sim e não. Por um lado, o aumento da competição fez com que as escolas de negócios passassem a dar muita ênfase no quanto de dinheiro os formandos poderiam ganhar. Por outro, os executivos já chegam com uma mentalidade definida, que é muito difícil de ser mudada. 

Valor: O que um executivo jovem, que caminha para ocupar cargos de liderança, deve ter? Almeida: Ele deve ter integridade, cultivar valores com raízes mais profundas e evitar essa procura desenfreada pelo sucesso e pela riqueza rápida. É preciso sempre agir com ética com as pessoas e com as empresas, assim como cumprir as obrigações perante a sociedade. 

Valor: O senhor diria que muitos executivos consideram aceitável corromper órgãos ou agentes do poder público para abrir caminho para seus negócios? Almeida: Sempre é muito difícil generalizar. Conheci muitos empresários e executivos genuinamente preocupados em desenvolver um comportamento mais ético no meio em que atuavam. Mas, ao mesmo tempo, percebemos também que o chamado pragmatismo ainda é muito forte. A ideia de que "já que o jogo é esse..." 

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6.8.12

Efemeridades e Contradições



Efemeridades e contradições
Assim é a vida
Portanto, vivamos na verdade e no amor

Tudo que dissemos num instante
num outro, já podemos não reconhecer o seu teor
Portanto, vivamos na verdade e no amor

O que deleitamos num instante
num outro instante,  já não poderá ter valor
Portanto, vivamos na verdade e no amor

O beijo que me deste num instante verdadeiro,
A acolhida a minha paixão, estes  nunca perderão valor
Portanto, vivamos plenos de verdades e sinceros no amor.

J. Carvalho


2.8.12

CDA

 


"Queira o melhor do melhor...

Se pensarmos pequenos, coisas pequenas teremos...

Mas se desejarmos fortemente o melhor e, 

principalmente, lutarmos pelo melhor...

O melhor vai se instalar em nossas vidas...

Por que sou do tamanho daquilo que vejo, 

e não do tamanho da minha altura".

1.8.12

Minas é mais




Minas não é só

Minas é mais

Minas não é só

Não é só este credo

Esta imensa cruz de ferro

Este vai e vem perverso

Do trem  que leva pra longe a montanha.


J. Carvalho